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RUMAOPALCO
Plataforma Informativa de Espetáculos Inclusivos de Dança e Teatro
Espetáculos em Cena em 2025

A MEIO DO TEJO | TEATRO
Terra Amarela
18 de outubro, 21h30, Teatro Virgínia, Torres Novas
31 de outubro, 21h00, Cine-Teatro Paraíso, Tomar
7 de novembro, 21h00, Cine-Teatro São Pedro, Alcanena
A Meio do Tejo vem provar que é possível trabalhar em rede, cruzando municípios, estruturas culturais, pessoas e geografias. Sempre com exigência artística, garantindo a afirmação das identidades, valorizando as pessoas e os seus talentos, garantindo a sua dignidade laboral.
No fundo dos rios, há muitos países por descobrir
Mas o projecto “A Meio do Tejo” é mais do que um espetáculo. É um processo de relação, de proximidade, de questionamento artístico e cultural, que procura escavar um outro tipo de relação entre pessoas, lugares e sistemas.
Quando menos esperávamos apercebemo-nos de um outro lugar.
No meio do Tejo existe um país escondido onde neva ao mesmo tempo que chove, que faz sol e que se levantam vendavais.
Entre o desejo de revelar a descoberta e o receio de nos cruzarmos com outros lugares, preparamo-nos para construir sons, diálogos, imagens, gestos e metáforas que consigam explicar o que somos e aquilo que desejamos coletivamente.
As estações do ano guardam muitos países diferentes.
Este pais que até aqui esteve escondido no meio Tejo, guarda o Mundo todo.
Ficha artística //
Texto de @raquels.noitarder
Direção de Marco Paiva
Assistência de encenação @pauloazevedoator_oficial
Interpretação Paulo Azevedo, @duro.joana , @daniela.r.antunes , @marianavences , Rosa Agudo e @silviaduraocarreira
Cenografia @f_ribeiro_
Figurinos @atelierargolinhas
Música @jasgomes e Daniela Antunes
Desenho de Luz @nunosamora
Operação @panteraprod
Direção de produção @beatrizsousa_sd
Gestão Financeira Nuno Pratas
Fotografia de @roldon.raw
Co-produção @terra_amarela , @teatrovirginia.torresnovas , @teatromunicipalourem
@Cine-Teatro Paraíso Tomar, Cine-Teatro São Pedro Alcanena e @centroculturalgilvicente
A Terra Amarela é uma estrutura financiada pelo Ministério da Cultura, Desporto e Juventude e pela @dg.artes
18 de outubro, 21h30, Teatro Virgínia, Torres Novas
31 de outubro, 21h00, Cine-Teatro Paraíso, Tomar
7 de novembro, 21h00, Cine-Teatro São Pedro, Alcanena
A Meio do Tejo vem provar que é possível trabalhar em rede, cruzando municípios, estruturas culturais, pessoas e geografias. Sempre com exigência artística, garantindo a afirmação das identidades, valorizando as pessoas e os seus talentos, garantindo a sua dignidade laboral.
No fundo dos rios, há muitos países por descobrir
Mas o projecto “A Meio do Tejo” é mais do que um espetáculo. É um processo de relação, de proximidade, de questionamento artístico e cultural, que procura escavar um outro tipo de relação entre pessoas, lugares e sistemas.
Quando menos esperávamos apercebemo-nos de um outro lugar.
No meio do Tejo existe um país escondido onde neva ao mesmo tempo que chove, que faz sol e que se levantam vendavais.
Entre o desejo de revelar a descoberta e o receio de nos cruzarmos com outros lugares, preparamo-nos para construir sons, diálogos, imagens, gestos e metáforas que consigam explicar o que somos e aquilo que desejamos coletivamente.
As estações do ano guardam muitos países diferentes.
Este pais que até aqui esteve escondido no meio Tejo, guarda o Mundo todo.
Ficha artística //
Texto de @raquels.noitarder
Direção de Marco Paiva
Assistência de encenação @pauloazevedoator_oficial
Interpretação Paulo Azevedo, @duro.joana , @daniela.r.antunes , @marianavences , Rosa Agudo e @silviaduraocarreira
Cenografia @f_ribeiro_
Figurinos @atelierargolinhas
Música @jasgomes e Daniela Antunes
Desenho de Luz @nunosamora
Operação @panteraprod
Direção de produção @beatrizsousa_sd
Gestão Financeira Nuno Pratas
Fotografia de @roldon.raw
Co-produção @terra_amarela , @teatrovirginia.torresnovas , @teatromunicipalourem
@Cine-Teatro Paraíso Tomar, Cine-Teatro São Pedro Alcanena e @centroculturalgilvicente
A Terra Amarela é uma estrutura financiada pelo Ministério da Cultura, Desporto e Juventude e pela @dg.artes

BICHOS | DANÇA
Companhia Dançando com a Diferença
9 de maio, 19h00, Teatro Lethes, Faro
8 de novembro, 21h30, Centro das Artes do Espetáculo – Sever do Vouga
“BICHOS” é um espetáculo trabalhado a partir da obra homónima de Miguel Torga, que pretende abordar questões fundamentais sobre a sociedade e a própria existência.
“A nossa existência tem uma duração reduzida e limitada. Como vivemos esse tempo e aproveitamos essa possibilidade? Somos anexados por um padrão normativo que, tal como com Mago, leva à anulação individual perdendo assim uma essência selvagem ou nos tornamos num agente, que como Vicente, persegue um ideal de liberdade de sermos nós, plenos de independência e inconformismo.
Animais humanizados ou humanos quase animalizados, aparecem aqui em luta consigo mesmo, com o meio em que vivem e com o Divino. Diferentes entre si nas suas particularidades, estes bichos são todos parte da mesma Arca de Noé; sítio e terra mãe onde todos caminham numa luta igual pela vida e pela liberdade. São dilemas humanos, mas partilhados quer pelos homens quer por animais em que o Homem é mais um bicho entre outros e não ocupa um lugar privilegiado.
Em Torga, a evolução afastou o Homem da natureza, condenando-o à perdição e, com “BICHOS”, viaja em busca da sua essência selvagem, da pureza dos instintos, pondo em causa Deus, liberdade, sociedade e a relação do individuo com elas.
Pensando que nenhum tem um lugar especial na criação, aqui relembramos que viver não basta. A dignidade humana obriga a que, a vida só valha a pena em plena liberdade; que a rebeldia que não aceita domesticações ou conformismos, é o meio seguro para cada um encontrar o seu papel no coletivo, sem perder a sua liberdade”, Rui Lopes Graça.
A Companhia Dançando com a Diferença é uma estrutura financiada pela República Portuguesa / Direção-Geral das Artes (2023 - 2026), Governo Regional da Madeira e Câmara Municipal do Funchal. É companhia residente no MUDAS. Museu de Arte Contemporânea da Madeira e projeto residente no Teatro Viriato, em Viseu.
9 de maio, 19h00, Teatro Lethes, Faro
8 de novembro, 21h30, Centro das Artes do Espetáculo – Sever do Vouga
“BICHOS” é um espetáculo trabalhado a partir da obra homónima de Miguel Torga, que pretende abordar questões fundamentais sobre a sociedade e a própria existência.
“A nossa existência tem uma duração reduzida e limitada. Como vivemos esse tempo e aproveitamos essa possibilidade? Somos anexados por um padrão normativo que, tal como com Mago, leva à anulação individual perdendo assim uma essência selvagem ou nos tornamos num agente, que como Vicente, persegue um ideal de liberdade de sermos nós, plenos de independência e inconformismo.
Animais humanizados ou humanos quase animalizados, aparecem aqui em luta consigo mesmo, com o meio em que vivem e com o Divino. Diferentes entre si nas suas particularidades, estes bichos são todos parte da mesma Arca de Noé; sítio e terra mãe onde todos caminham numa luta igual pela vida e pela liberdade. São dilemas humanos, mas partilhados quer pelos homens quer por animais em que o Homem é mais um bicho entre outros e não ocupa um lugar privilegiado.
Em Torga, a evolução afastou o Homem da natureza, condenando-o à perdição e, com “BICHOS”, viaja em busca da sua essência selvagem, da pureza dos instintos, pondo em causa Deus, liberdade, sociedade e a relação do individuo com elas.
Pensando que nenhum tem um lugar especial na criação, aqui relembramos que viver não basta. A dignidade humana obriga a que, a vida só valha a pena em plena liberdade; que a rebeldia que não aceita domesticações ou conformismos, é o meio seguro para cada um encontrar o seu papel no coletivo, sem perder a sua liberdade”, Rui Lopes Graça.
A Companhia Dançando com a Diferença é uma estrutura financiada pela República Portuguesa / Direção-Geral das Artes (2023 - 2026), Governo Regional da Madeira e Câmara Municipal do Funchal. É companhia residente no MUDAS. Museu de Arte Contemporânea da Madeira e projeto residente no Teatro Viriato, em Viseu.

ENSAIO SOBRE...|TEATRO
Teatro Duas Senas
Ensaio Sobre a Coragem de Sentir Medo!
1 de março, 16h, Casa da Cultura Lívio de Morais, Mira Sintra
𝐒𝐈𝐍𝐎𝐏𝐒𝐄
Medo
me.do•medu
nome masculino
1. estado emocional caracterizado por uma sensação de inquietação, insegurança ou ansiedade;
2. falta de coragem; cobardia;
3. terror; pânico.
Se todas as pessoas têm medo, podemos também dizer que todas as pessoas têm coragem?
Um grupo de atores tem uma tarefa: montar uma uma produção teatral para a infância com o tema do medo. O que será isto de fazer um espetáculo para a infância? Como resolverá este grupo de atores, este desafio? Quais serão os seus medos? Como poderão eles saber a resposta a esta pergunta, se estão eles próprios a lidar com os seus medos?
Este grupo de atores irá descobrir coisas que achava estarem perdidas numa caixa de brinquedos empoeirada, em casa dos seus avós, ou talvez dentro de si… Não sabemos!
Neste ensaio veremos, por quadros, toda a criação do espetáculo e a sua apresentação.
Passaremos por muitas etapas. Nós. O público. Eles também. O grupo.
O grupo que, afinal, percebeu que tem muito medo de quase todas as cores. Como é que se cria um espetáculo para a infância, limitando a utilização de cores?
Chegarão à brilhante, mas difícil ideia, de utilizar teatro de sombras, como modo de apresentação do espetáculo, afinal o preto e o branco também são cores.
O seu objetivo é simples: serem ouvidos e vistos por tudo o que têm capacidade de ser, e ajudar crianças a ter a coragem de enfrentar os seus medos, porque, mesmo a preto e branco, é possível ver um arco-íris inteiro.
𝐅𝐈𝐂𝐇𝐀 𝐓É𝐂𝐍𝐈𝐂𝐀 𝐄 𝐀𝐑𝐓Í𝐒𝐓𝐈𝐂𝐀
Criação coletiva: Cláudio Pinho, Filipe Oliveira, Flávio Correia, Francisco Lopes, Luís Caixeiro, Nuno Delgado, Paula Martins e Valter Canaveira | Direção: Rafael Barreto | Cenografia: Pedro Silva | Desenho de luz: Carlos Arroja | Sonoplastia, banda sonora e operação técnica: Diogo Graça | Apoio à gestão do projeto: Pedro Alves e Inês Oliveira | Direção técnica: Carlos Arroja | Ilustração: Alex Gozblau | Comunicação e fotografia: Catarina Lobo | Consultoria artística: Maria Carneiro e Milene Fialho | Produção: teatromosca | Parcerias: CECD Mira Sintra | Apoios: Junta de Freguesia de Agualva e Mira Sintra, Casa da Cultura Lívio de Morais e 5àsec - Rio de Mouro | Agradecimentos: Laura Varela, Martha Xavier, Marta Ferreira e Maria de La Salete Costa
𝐂𝐋𝐀𝐒𝐒𝐈𝐅𝐈𝐂𝐀ÇÃ𝐎 𝐄𝐓Á𝐑𝐈𝐀 | M/6 anos
𝐃𝐔𝐑𝐀ÇÃ𝐎 | 45 minutos (sem intervalo)
Ensaio Sobre a Coragem de Sentir Medo!
1 de março, 16h, Casa da Cultura Lívio de Morais, Mira Sintra
𝐒𝐈𝐍𝐎𝐏𝐒𝐄
Medo
me.do•medu
nome masculino
1. estado emocional caracterizado por uma sensação de inquietação, insegurança ou ansiedade;
2. falta de coragem; cobardia;
3. terror; pânico.
Se todas as pessoas têm medo, podemos também dizer que todas as pessoas têm coragem?
Um grupo de atores tem uma tarefa: montar uma uma produção teatral para a infância com o tema do medo. O que será isto de fazer um espetáculo para a infância? Como resolverá este grupo de atores, este desafio? Quais serão os seus medos? Como poderão eles saber a resposta a esta pergunta, se estão eles próprios a lidar com os seus medos?
Este grupo de atores irá descobrir coisas que achava estarem perdidas numa caixa de brinquedos empoeirada, em casa dos seus avós, ou talvez dentro de si… Não sabemos!
Neste ensaio veremos, por quadros, toda a criação do espetáculo e a sua apresentação.
Passaremos por muitas etapas. Nós. O público. Eles também. O grupo.
O grupo que, afinal, percebeu que tem muito medo de quase todas as cores. Como é que se cria um espetáculo para a infância, limitando a utilização de cores?
Chegarão à brilhante, mas difícil ideia, de utilizar teatro de sombras, como modo de apresentação do espetáculo, afinal o preto e o branco também são cores.
O seu objetivo é simples: serem ouvidos e vistos por tudo o que têm capacidade de ser, e ajudar crianças a ter a coragem de enfrentar os seus medos, porque, mesmo a preto e branco, é possível ver um arco-íris inteiro.
𝐅𝐈𝐂𝐇𝐀 𝐓É𝐂𝐍𝐈𝐂𝐀 𝐄 𝐀𝐑𝐓Í𝐒𝐓𝐈𝐂𝐀
Criação coletiva: Cláudio Pinho, Filipe Oliveira, Flávio Correia, Francisco Lopes, Luís Caixeiro, Nuno Delgado, Paula Martins e Valter Canaveira | Direção: Rafael Barreto | Cenografia: Pedro Silva | Desenho de luz: Carlos Arroja | Sonoplastia, banda sonora e operação técnica: Diogo Graça | Apoio à gestão do projeto: Pedro Alves e Inês Oliveira | Direção técnica: Carlos Arroja | Ilustração: Alex Gozblau | Comunicação e fotografia: Catarina Lobo | Consultoria artística: Maria Carneiro e Milene Fialho | Produção: teatromosca | Parcerias: CECD Mira Sintra | Apoios: Junta de Freguesia de Agualva e Mira Sintra, Casa da Cultura Lívio de Morais e 5àsec - Rio de Mouro | Agradecimentos: Laura Varela, Martha Xavier, Marta Ferreira e Maria de La Salete Costa
𝐂𝐋𝐀𝐒𝐒𝐈𝐅𝐈𝐂𝐀ÇÃ𝐎 𝐄𝐓Á𝐑𝐈𝐀 | M/6 anos
𝐃𝐔𝐑𝐀ÇÃ𝐎 | 45 minutos (sem intervalo)

EU VEJO, EU FALO | TEATRO
Crinabel Dançateatro
12 de setembro, 21h00, Biblioteca de Marvila.
O que acontece quando olhamos o mundo com olhos abertos e decidimos falar?
“Eu vejo, Eu falo” é mais do que uma peça , é um gesto coletivo de coragem. Inspirados pelo teatro épico de Bertolt Brecht, os nossos intérpretes recusam o silêncio e constroem, em cena, um espaço de pensamento, afeto e transformação.
Aqui, cada corpo fala.
Cada gesto questiona.
Cada palavra é uma ponte entre o que somos e o que podemos ser.
Não há personagens escondidas atrás de máscaras. Há pessoas reais, com histórias reais, que se levantam para dizer:
“Eu vejo. Eu falo. Eu existo.”
Uma peça que não pede aplausos, pede escuta.
12 de setembro, 21h00, Biblioteca de Marvila.
O que acontece quando olhamos o mundo com olhos abertos e decidimos falar?
“Eu vejo, Eu falo” é mais do que uma peça , é um gesto coletivo de coragem. Inspirados pelo teatro épico de Bertolt Brecht, os nossos intérpretes recusam o silêncio e constroem, em cena, um espaço de pensamento, afeto e transformação.
Aqui, cada corpo fala.
Cada gesto questiona.
Cada palavra é uma ponte entre o que somos e o que podemos ser.
Não há personagens escondidas atrás de máscaras. Há pessoas reais, com histórias reais, que se levantam para dizer:
“Eu vejo. Eu falo. Eu existo.”
Uma peça que não pede aplausos, pede escuta.

GABO | DANÇA
Companhia Dançando com a Diferença
6 de abril, 17h, Convento São Francisco, Coimbra.
E se da imperfeição da realidade, tal como a vivemos, criássemos uma ficção? Um lugar onde a crueza dos corpos se compõe em conjunto com a potência do nosso imaginário?
“GABO”, uma criação do Dançando com a Diferença, é um espetáculo infantojuvenil e familiar onde as diferenças são colocadas em evidência para que os jovens e crianças possam fazer a sua própria análise.
O nome do espetáculo é também o nome da marioneta que, assim como os seus companheiros bailarinos, percorre o palco para questionar os seus próprios limites e o seu lugar. A diferença e a igualdade, o feio e o bonito, a realidade e a ilusão, os seus limites e o seu lugar, são questões que a presença de “GABO”, marioneta manipulada pelos bailarinos, desperta em cena, para nos levar ao encontro de uma força maior dentro na nossa humanidade.
Ficha Artística:
Encenação e direção de atores Patrick Murys
Assistência e coreografia Romulus Neagu
Interpretação Diogo Peres, João Estrela e Pedro de Aires
Desenho de luz Cristóvão Cunha
Música original Norberto Gonçalves da Cruz
Vocais Lidiane Duailibi
Cenografia Patrick Murys
Criação marionetas e apoio à cenografia Sandra Neves
Apoio à construção de marionetas Catarina Falcão
Figurinos Sandra Neves
Coordenação de ilusionismo José Pereira (Zé Mágico)
Textos / Diários Mágicos Cuca Calheiros e Jorge Lopes
Operação de luz Beatriz Barros
Operação de som Ricardo Meireles
Audiodescrição: Nuno Simões
Texto da Audiodescrição: Henrique Amoedo, Diogo Gonçalves, Ricardo Meireles, Roberto Terra e Nuno Simões
Vídeo promocional e streaming: Tomás Pereira
Agradecimento especial Léonard e Júlia
Diretor artístico do Dançando com a Diferença Henrique Amoedo
Coordenador geral do Dançando com a Diferença/Viseu Ricardo Meireles
6 de abril, 17h, Convento São Francisco, Coimbra.
E se da imperfeição da realidade, tal como a vivemos, criássemos uma ficção? Um lugar onde a crueza dos corpos se compõe em conjunto com a potência do nosso imaginário?
“GABO”, uma criação do Dançando com a Diferença, é um espetáculo infantojuvenil e familiar onde as diferenças são colocadas em evidência para que os jovens e crianças possam fazer a sua própria análise.
O nome do espetáculo é também o nome da marioneta que, assim como os seus companheiros bailarinos, percorre o palco para questionar os seus próprios limites e o seu lugar. A diferença e a igualdade, o feio e o bonito, a realidade e a ilusão, os seus limites e o seu lugar, são questões que a presença de “GABO”, marioneta manipulada pelos bailarinos, desperta em cena, para nos levar ao encontro de uma força maior dentro na nossa humanidade.
Ficha Artística:
Encenação e direção de atores Patrick Murys
Assistência e coreografia Romulus Neagu
Interpretação Diogo Peres, João Estrela e Pedro de Aires
Desenho de luz Cristóvão Cunha
Música original Norberto Gonçalves da Cruz
Vocais Lidiane Duailibi
Cenografia Patrick Murys
Criação marionetas e apoio à cenografia Sandra Neves
Apoio à construção de marionetas Catarina Falcão
Figurinos Sandra Neves
Coordenação de ilusionismo José Pereira (Zé Mágico)
Textos / Diários Mágicos Cuca Calheiros e Jorge Lopes
Operação de luz Beatriz Barros
Operação de som Ricardo Meireles
Audiodescrição: Nuno Simões
Texto da Audiodescrição: Henrique Amoedo, Diogo Gonçalves, Ricardo Meireles, Roberto Terra e Nuno Simões
Vídeo promocional e streaming: Tomás Pereira
Agradecimento especial Léonard e Júlia
Diretor artístico do Dançando com a Diferença Henrique Amoedo
Coordenador geral do Dançando com a Diferença/Viseu Ricardo Meireles

LIMIAR | TEATRO
Grupo de Teatro Terapêutico

O CORPO E A PALAVRA | TEATRO
Era uma vez...teatro – APPC
24 de maio, 21h30, Auditório Horácio Marçal, Porto
3 de Outubro, 21h45, Casa Cultura de Broalhos (Largo da Capela de Broalhos - Melres e Medas - Gondomar)
“O corpo e a palavra” é uma produção do coletivo @era_umavezteatro a partir de textos de Virgínia Woolf.
24 de maio, 21h30, Auditório Horácio Marçal, Porto
3 de Outubro, 21h45, Casa Cultura de Broalhos (Largo da Capela de Broalhos - Melres e Medas - Gondomar)
“O corpo e a palavra” é uma produção do coletivo @era_umavezteatro a partir de textos de Virgínia Woolf.

O TAMANHO DAS COISAS | TEATRO
Terra Amarela
25 de janeiro, 21h30, Auditório Municipal de Moimenta da Beira
8 de fevereiro, 21h30, Auditório Municipal Beatriz Costa, Mafra
15 de março, 21h30, Teatro Municipal da Lousã
Com Paulo Azevedo
Direção de Marco Paiva
De Alex Cassal
Interpretação em Língua Gestual Portuguesa de Patrícia Carmo
Desenho de Luz de Nuno Samora
Vídeo de Mário Melo Costa
Legendas Barbara Pollastri
Áudio-descrição de Anaisa Raquel
Projeto financiado pela Direção-Geral das Artes
Espetáculo com Língua Gestual Portuguesa, legendagem e áudio descrição.
O TAMANHO DAS COISAS investiga a vida de um homem que está continuamente a mudar de dimensão; ora a crescer até se tornar um gigante a sapatear por entre cidades liliputianas, ora a encolher até uma escala microscópica, quando a menor racha no chão passa a ser um abismo intransponível. Ou será o mundo ao seu redor que está a mudar?
À partida, o tamanho costuma indicar-nos a importância das coisas. Monumentos, arranha céus, muros com centenas de quilômetros de extensão, montanhas a serem conquistadas, jogadores de basquete da NBA.
Quem seria capaz de se orientar num mundo que parece ter sido construído para desafiar as nossas perceções, como uma sala de espelhos distorcidos em que o incrivelmente pequeno e o incomensurável coexistem? Ou como no império imaginário descrito por Jorge Luís Borges, em que os cartógrafos criaram um mapa do tamanho exato do império, a coincidir em todos os pontos.
Um mapa que não serve à orientação, mas com lagos, vales e florestas onde os viajantes poderiam se perder para sempre. Este é um monólogo criado à medida para o ator Paulo Azevedo, que nasceu sem braços e pernas e vem construindo a passos largos uma carreira singular no teatro e na televisão.
Coprodução Município de Pombal Casa Varela - Centro de Experimentação Artística Teatro Diogo Bernardes - Ponte de Lima Centro Cultural de P. de Coura Culturproject Gestão Projetos Culturais Terra Amarela
M/12 Anos
25 de janeiro, 21h30, Auditório Municipal de Moimenta da Beira
8 de fevereiro, 21h30, Auditório Municipal Beatriz Costa, Mafra
15 de março, 21h30, Teatro Municipal da Lousã
Com Paulo Azevedo
Direção de Marco Paiva
De Alex Cassal
Interpretação em Língua Gestual Portuguesa de Patrícia Carmo
Desenho de Luz de Nuno Samora
Vídeo de Mário Melo Costa
Legendas Barbara Pollastri
Áudio-descrição de Anaisa Raquel
Projeto financiado pela Direção-Geral das Artes
Espetáculo com Língua Gestual Portuguesa, legendagem e áudio descrição.
O TAMANHO DAS COISAS investiga a vida de um homem que está continuamente a mudar de dimensão; ora a crescer até se tornar um gigante a sapatear por entre cidades liliputianas, ora a encolher até uma escala microscópica, quando a menor racha no chão passa a ser um abismo intransponível. Ou será o mundo ao seu redor que está a mudar?
À partida, o tamanho costuma indicar-nos a importância das coisas. Monumentos, arranha céus, muros com centenas de quilômetros de extensão, montanhas a serem conquistadas, jogadores de basquete da NBA.
Quem seria capaz de se orientar num mundo que parece ter sido construído para desafiar as nossas perceções, como uma sala de espelhos distorcidos em que o incrivelmente pequeno e o incomensurável coexistem? Ou como no império imaginário descrito por Jorge Luís Borges, em que os cartógrafos criaram um mapa do tamanho exato do império, a coincidir em todos os pontos.
Um mapa que não serve à orientação, mas com lagos, vales e florestas onde os viajantes poderiam se perder para sempre. Este é um monólogo criado à medida para o ator Paulo Azevedo, que nasceu sem braços e pernas e vem construindo a passos largos uma carreira singular no teatro e na televisão.
Coprodução Município de Pombal Casa Varela - Centro de Experimentação Artística Teatro Diogo Bernardes - Ponte de Lima Centro Cultural de P. de Coura Culturproject Gestão Projetos Culturais Terra Amarela
M/12 Anos

OS GIGANTES | DANÇA
Companhia Dançando com a Diferença
Estreia: 23 abril 2025 | 21h30
Teatro Municipal do Porto . Rivoli / Dias da Dança
24 abril 2025 | 19h30
Teatro Municipal do Porto . Rivoli / Dias da Dança
30 abril 2025 | 21h00
Teatro Viriato, Viseu
Sinopse:
OS GIGANTES
Victor Hugo Pontes | Dançando com a Diferença
Na sua última peça, Luigi Pirandello infunde no texto um ambiente sensorial, onírico, em que as palavras servem estados de espírito: tentativas de encontro, hipóteses de caminho, falhas no terreno. É pel’Os Gigantes da Montanha, peça inacabada, interrompida pela morte do seu autor, que Victor Hugo Pontes regressa a um dramaturgo que bem conhece, depois de Drama (2019), a partir de Seis Personagens à Procura de Um Autor.
«Tempo e lugar indeterminados: no limite entre a fábula e a realidade.»
Tudo o que acontece em palco é, por definição, inacabado. A ideia não é recriar em movimento o texto de Pirandello, mas transferir para o corpo dos intérpretes essa sensorialidade onírica que ali vemos, a fantasia e a ilusão, indagando os limites da comunicabilidade e a possibilidade de um sem-fim.
N’Os Gigantes, o que resta de uma obra inacabada está logo na amputação do título. Usámos a peça de Pirandello com a liberdade recreativa que está no cerne do trabalho com a Companhia Dançando com a Diferença: talvez a «Companhia da Condessa» possa estar no corpo de um só intérprete; talvez os «Enguiçados», rodeados de si mesmos por todos os lados, esperem indefinidamente por alguém que os resgate; talvez os «Gigantes» estejam lá fora, num mundo que despreza a arte do faz-de-conta.
«O dia é cego. A noite é dos sonhos e só os crepúsculos são clarividentes para os homens. A alvorada para o porvir. O poente para o passado.»
Antecipando o perigo de nos tornarmos todos estranhos, irreconhecíveis, uns diante dos outros, lançamo-nos sem rede na folia desse faz-de-conta: os intérpretes desdobram-se em múltiplas personagens, há fatos de festa e de brincadeira, adereços, música, dança, fantasia, fantasia, fantasia. É um combate ao isolamento – cada personagem, uma pequena ilha –, estratégia para reinventar, no encontro, o caminho que procuramos.
Com Os Gigantes, reconhecemos que todos somos afins, e é a partir daqui que a peça caminha sobre um território de comunhão e partilha, antagonista da solidão. Não chegamos a traçar os limites que separam verdade e ilusão, luz e sombra, realidade e imaginação, candura e impiedade, face e máscara, riso e lágrimas. A vida, mesmo a que apenas se vê em cena, pode ser só um sonho de vida; cada um de nós, transformado sobre o palco, pode ser um artista de sonho, ou do sonho.
Ficha Artística
Direção Artística
Victor Hugo Pontes
Assistente de Direção
Ángela Diaz Quintela
Intérpretes
Bárbara Matos, Bernardo Graça, Joana Caetano, Mariana Tembe, Rui João Costa, Sofia Marote, Telmo Ferreira
Desenho de luz e direção técnica
Wilma Moutinho
Cenografia
F. Ribeiro, com fotografia de VHP e edição de Pedro Ponciano
Figurinos
Pedro Azevedo
Confeção de figurinos
Ana Maria Fernandes, Domingos de Freitas Pereira, Emilia Pontes
Música original
Throes + The Shine
Desenho de som e operação
Fábio Ferreira
Consultoria artística
Madalena Alfaia
Direção Artística Dançando com a Diferença
Henrique Amoedo
Produção
Dançando com a Diferença (Madeira) e Nome Próprio (Porto)
Produção executiva Dançando com a Diferença
Nuno Simões
Assistência de produção Dançando com a Diferença
Beatriz Barros
Direção de produção Nome Próprio
Joana Ventura
Produção executiva Nome Próprio
Andreia Fraga
Assistência de produção Nome Próprio
Nuna Reis
Coprodução
DDD – Festival Dias da Dança, Teatro Municipal Baltazar Dias, Teatro Viriato
Estreia: 23 abril 2025 | 21h30
Teatro Municipal do Porto . Rivoli / Dias da Dança
24 abril 2025 | 19h30
Teatro Municipal do Porto . Rivoli / Dias da Dança
30 abril 2025 | 21h00
Teatro Viriato, Viseu
Sinopse:
OS GIGANTES
Victor Hugo Pontes | Dançando com a Diferença
Na sua última peça, Luigi Pirandello infunde no texto um ambiente sensorial, onírico, em que as palavras servem estados de espírito: tentativas de encontro, hipóteses de caminho, falhas no terreno. É pel’Os Gigantes da Montanha, peça inacabada, interrompida pela morte do seu autor, que Victor Hugo Pontes regressa a um dramaturgo que bem conhece, depois de Drama (2019), a partir de Seis Personagens à Procura de Um Autor.
«Tempo e lugar indeterminados: no limite entre a fábula e a realidade.»
Tudo o que acontece em palco é, por definição, inacabado. A ideia não é recriar em movimento o texto de Pirandello, mas transferir para o corpo dos intérpretes essa sensorialidade onírica que ali vemos, a fantasia e a ilusão, indagando os limites da comunicabilidade e a possibilidade de um sem-fim.
N’Os Gigantes, o que resta de uma obra inacabada está logo na amputação do título. Usámos a peça de Pirandello com a liberdade recreativa que está no cerne do trabalho com a Companhia Dançando com a Diferença: talvez a «Companhia da Condessa» possa estar no corpo de um só intérprete; talvez os «Enguiçados», rodeados de si mesmos por todos os lados, esperem indefinidamente por alguém que os resgate; talvez os «Gigantes» estejam lá fora, num mundo que despreza a arte do faz-de-conta.
«O dia é cego. A noite é dos sonhos e só os crepúsculos são clarividentes para os homens. A alvorada para o porvir. O poente para o passado.»
Antecipando o perigo de nos tornarmos todos estranhos, irreconhecíveis, uns diante dos outros, lançamo-nos sem rede na folia desse faz-de-conta: os intérpretes desdobram-se em múltiplas personagens, há fatos de festa e de brincadeira, adereços, música, dança, fantasia, fantasia, fantasia. É um combate ao isolamento – cada personagem, uma pequena ilha –, estratégia para reinventar, no encontro, o caminho que procuramos.
Com Os Gigantes, reconhecemos que todos somos afins, e é a partir daqui que a peça caminha sobre um território de comunhão e partilha, antagonista da solidão. Não chegamos a traçar os limites que separam verdade e ilusão, luz e sombra, realidade e imaginação, candura e impiedade, face e máscara, riso e lágrimas. A vida, mesmo a que apenas se vê em cena, pode ser só um sonho de vida; cada um de nós, transformado sobre o palco, pode ser um artista de sonho, ou do sonho.
Ficha Artística
Direção Artística
Victor Hugo Pontes
Assistente de Direção
Ángela Diaz Quintela
Intérpretes
Bárbara Matos, Bernardo Graça, Joana Caetano, Mariana Tembe, Rui João Costa, Sofia Marote, Telmo Ferreira
Desenho de luz e direção técnica
Wilma Moutinho
Cenografia
F. Ribeiro, com fotografia de VHP e edição de Pedro Ponciano
Figurinos
Pedro Azevedo
Confeção de figurinos
Ana Maria Fernandes, Domingos de Freitas Pereira, Emilia Pontes
Música original
Throes + The Shine
Desenho de som e operação
Fábio Ferreira
Consultoria artística
Madalena Alfaia
Direção Artística Dançando com a Diferença
Henrique Amoedo
Produção
Dançando com a Diferença (Madeira) e Nome Próprio (Porto)
Produção executiva Dançando com a Diferença
Nuno Simões
Assistência de produção Dançando com a Diferença
Beatriz Barros
Direção de produção Nome Próprio
Joana Ventura
Produção executiva Nome Próprio
Andreia Fraga
Assistência de produção Nome Próprio
Nuna Reis
Coprodução
DDD – Festival Dias da Dança, Teatro Municipal Baltazar Dias, Teatro Viriato

PONTE INVISÍVEL | PERFORMANCE
Cim - Companhia de Dança
15 e 16 de novembro, 21h30, Teatro Municipal António Pinheiro, Tavira.
15 e 16 de novembro, 21h30, Teatro Municipal António Pinheiro, Tavira.

REVOLUÇÃO HUMANA | Dança
Cim - Companhia de Dança
17 de outubro, 21h30, Teatro José Lúcio da Silva, Leiria
Rh-Revolução Humana explora a existência humana no lugar etéreo do que se foi e do que se será. É o movimento do sonho humano, onde, na noite, se constroem os caminhos do futuro com as memórias do passado, questionando escolhas e vontades, pontos de partida e rotas de saída.
Em palco sete bailarinos, com e sem deficiência, encontram-se com um grupo da comunidade da companhia de dança CORPO @corpo.companhia , que nos deixam múltiplas propostas de uma revolução.
17 de outubro, 21h30, Teatro José Lúcio da Silva, Leiria
Rh-Revolução Humana explora a existência humana no lugar etéreo do que se foi e do que se será. É o movimento do sonho humano, onde, na noite, se constroem os caminhos do futuro com as memórias do passado, questionando escolhas e vontades, pontos de partida e rotas de saída.
Em palco sete bailarinos, com e sem deficiência, encontram-se com um grupo da comunidade da companhia de dança CORPO @corpo.companhia , que nos deixam múltiplas propostas de uma revolução.

RICARDO III | TEATRO
Terra Amarela
10 de janeiro, 21h30, Theatro Circo em Braga
Shakespeare criou o mundo em seis dias e ao sétimo não descansou. Nem no dia seguinte, nem nunca. Shakespeare é infindável. Se os atores deixassem de usar a voz ou as palavras perdessem a sua música, surgiriam logo outras línguas e formas de o representar. O encenador Marco Paiva propõe-nos uma delas: um Ricardo III em Língua Gestual Portuguesa e Espanhola, com um elenco formado por intérpretes dos dois países e legendado em português. Imagine-se a trágica ascensão ao trono do Duque de Gloucester, com o seu sinistro rasto de sangue, ódio e intriga, sem palavras e diálogos de viva voz, mas com toda a força e beleza dos gestos. Um Ricardo III tão político como poético, tão misterioso como intensamente visual. A história do rei “maldito” é a mesma, mas o que não se diz com a voz diz-se com o corpo todo.
adaptação e assistência de encenação Magda Labarda
cenografia
José Luis Raymond
figurinos
Ikerne Giménez
desenho de som
José Alberto Gomes
desenho de luz
Nuno Samora
interpretação em Língua Gestual Portuguesa
Barbara Pollastri
produção executiva
Nuno Pratas
interpretação
Angela Ibañez
David Blanco
María José Lopez
Marta Sales
Tony Weaver
Vasco Soromenho
coprodução
Terra Amarela
Culturproject
Centro Dramático Nacional (Madrid, Espanha)
Teatro Nacional D. Maria II
Cineteatro Louletano
Teatro Nacional São João
estreia 6 Out 2023 Teatro Valle-Inclán – Centro Dramático Nacional (Madrid)
dur. aprox. 1:40
M/16 anos
Espetáculo em Língua Gestual Portuguesa e Espanhola, legendado em português.
10 de janeiro, 21h30, Theatro Circo em Braga
Shakespeare criou o mundo em seis dias e ao sétimo não descansou. Nem no dia seguinte, nem nunca. Shakespeare é infindável. Se os atores deixassem de usar a voz ou as palavras perdessem a sua música, surgiriam logo outras línguas e formas de o representar. O encenador Marco Paiva propõe-nos uma delas: um Ricardo III em Língua Gestual Portuguesa e Espanhola, com um elenco formado por intérpretes dos dois países e legendado em português. Imagine-se a trágica ascensão ao trono do Duque de Gloucester, com o seu sinistro rasto de sangue, ódio e intriga, sem palavras e diálogos de viva voz, mas com toda a força e beleza dos gestos. Um Ricardo III tão político como poético, tão misterioso como intensamente visual. A história do rei “maldito” é a mesma, mas o que não se diz com a voz diz-se com o corpo todo.
adaptação e assistência de encenação Magda Labarda
cenografia
José Luis Raymond
figurinos
Ikerne Giménez
desenho de som
José Alberto Gomes
desenho de luz
Nuno Samora
interpretação em Língua Gestual Portuguesa
Barbara Pollastri
produção executiva
Nuno Pratas
interpretação
Angela Ibañez
David Blanco
María José Lopez
Marta Sales
Tony Weaver
Vasco Soromenho
coprodução
Terra Amarela
Culturproject
Centro Dramático Nacional (Madrid, Espanha)
Teatro Nacional D. Maria II
Cineteatro Louletano
Teatro Nacional São João
estreia 6 Out 2023 Teatro Valle-Inclán – Centro Dramático Nacional (Madrid)
dur. aprox. 1:40
M/16 anos
Espetáculo em Língua Gestual Portuguesa e Espanhola, legendado em português.

SILÊNCIO DA LINHA 3 | TEATRO
Era uma vez...teatro – APPC
21 de novembro, 21h45, Auditório Horácio Marçal, Paranhos, Porto.
"Silencio da linha 3 !”
propõe uma reflexão performativa sobre o silêncio como linguagem e presença. A ação desenrola-se numa estação de comboios quase desativada Espaço-limite entre o movimento e a estagnação onde quatro figuras de diferentes idades, profissões e valores se cruzam. Entre corpos suspensos, respirações audíveis e gestos contidos, o silêncio assume forma dramática, revelando tensões invisíveis e segredos por dizer. O espetáculo questiona as fronteiras entre o som e o vazio, a palavra e o corpo, o individual e o coletivo, convidando o público a escutar o que normalmente é abafado: o indizível que habita cada silêncio.
21 de novembro, 21h45, Auditório Horácio Marçal, Paranhos, Porto.
"Silencio da linha 3 !”
propõe uma reflexão performativa sobre o silêncio como linguagem e presença. A ação desenrola-se numa estação de comboios quase desativada Espaço-limite entre o movimento e a estagnação onde quatro figuras de diferentes idades, profissões e valores se cruzam. Entre corpos suspensos, respirações audíveis e gestos contidos, o silêncio assume forma dramática, revelando tensões invisíveis e segredos por dizer. O espetáculo questiona as fronteiras entre o som e o vazio, a palavra e o corpo, o individual e o coletivo, convidando o público a escutar o que normalmente é abafado: o indizível que habita cada silêncio.

SOLOS MULTI... | DANÇA
Plural Companhia de Dança
Solos Multiplicados
21 e 22 de fevereiro, 21h30, Carpintarias de São Lázaro, Lisboa
SOLOS MULTIPLICADOS II, é um espetáculo de dança contemporânea dirigido por Rafael Alvarez em colaboração com Diana Niepce, integrando 10 artistas com e sem deficiência (5 artistas com deficiência/diversidade funcional + 5 jovens bailarinos finalistas e uma recém-licenciada da Escola Superior de Dança).
Uma paisagem coreográfica que convida à reflexão sobre diversidade e cooperação humana, face aos desafios ecológicos do mundo contemporâneo.
Direção Artística
RAFAEL ALVAREZ e DIANA NIEPCE
Co-criação e Interpretação
ALEX CARVALHO
CAROLINA VOUGA
CRISTINA TAVARES
DANIELA DOS REIS
DIOGO ALVES
FREDERICO AUGUSTO
INÊS CÓIAS
JÉSSICA MENDES
LILIANA REBELO
MARIA ANA PEREIRA
Direção Técnica e Desenho de Luz
NUNO PATINHO
Realização Plástica, Produção Executiva e Coordenação
RAFAEL ALVAREZ
Fotografias
ELISABETH VIEIRA ALVAREZ
Registo Video e Teaser
VITOR HUGO COSTA/Metafilmes
Produção
BODYBUILDERS | Rafael Alvarez em parceria com a Plural_Companhia de Dança/Fundação LIGA
Parcerias
Escola Superior de Dança
Carpintarias de São Lázaro
Metafilmes
Apoio Financeiro
Câmara Municipal de Lisboa - Cultura
Fundação GDA - Programa Artes sem Barreiras
Solos Multiplicados
21 e 22 de fevereiro, 21h30, Carpintarias de São Lázaro, Lisboa
SOLOS MULTIPLICADOS II, é um espetáculo de dança contemporânea dirigido por Rafael Alvarez em colaboração com Diana Niepce, integrando 10 artistas com e sem deficiência (5 artistas com deficiência/diversidade funcional + 5 jovens bailarinos finalistas e uma recém-licenciada da Escola Superior de Dança).
Uma paisagem coreográfica que convida à reflexão sobre diversidade e cooperação humana, face aos desafios ecológicos do mundo contemporâneo.
Direção Artística
RAFAEL ALVAREZ e DIANA NIEPCE
Co-criação e Interpretação
ALEX CARVALHO
CAROLINA VOUGA
CRISTINA TAVARES
DANIELA DOS REIS
DIOGO ALVES
FREDERICO AUGUSTO
INÊS CÓIAS
JÉSSICA MENDES
LILIANA REBELO
MARIA ANA PEREIRA
Direção Técnica e Desenho de Luz
NUNO PATINHO
Realização Plástica, Produção Executiva e Coordenação
RAFAEL ALVAREZ
Fotografias
ELISABETH VIEIRA ALVAREZ
Registo Video e Teaser
VITOR HUGO COSTA/Metafilmes
Produção
BODYBUILDERS | Rafael Alvarez em parceria com a Plural_Companhia de Dança/Fundação LIGA
Parcerias
Escola Superior de Dança
Carpintarias de São Lázaro
Metafilmes
Apoio Financeiro
Câmara Municipal de Lisboa - Cultura
Fundação GDA - Programa Artes sem Barreiras
Espetáculos em Cena em 2024
Espetáculos em Cena em 2024

BLASONS/DOESDICON | DANÇA
Companhia Dançando com a Diferença
19 a 21 de setembro, 20h, Teatro Municipal São Luiz
19 a 21 de setembro, 20h, Teatro Municipal São Luiz

EFÍGIE | TEATROI
Era uma vez...teatro
20 de julho, 21h30, Auditório Horácio Marçal (Junta de Freguesia de Paranhos, Porto).
Este é um espetáculo envolvente e multifacetado no qual o público é convidado a embarcar numa jornada através de um conjunto de memórias. Cada capítulo revela momentos de liberdades conquistadas, frustrações íntimas, encontros marcantes e despedidas emocionantes, eternizando essas experiências numa narrativa que oscila entre a realidade e o sonho.
20 de julho, 21h30, Auditório Horácio Marçal (Junta de Freguesia de Paranhos, Porto).
Este é um espetáculo envolvente e multifacetado no qual o público é convidado a embarcar numa jornada através de um conjunto de memórias. Cada capítulo revela momentos de liberdades conquistadas, frustrações íntimas, encontros marcantes e despedidas emocionantes, eternizando essas experiências numa narrativa que oscila entre a realidade e o sonho.

FÁBRICA DA CRIAÇÃO | TEATRO
Teatro Duas Senas
27 de janeiro, 16h, Casa da Cultura Lívio de Morais, Mira Sintra
Neste evento, com o apoio do 𝘵𝘦𝘢𝘵𝘳𝘰𝘮𝘰𝘴𝘤𝘢, pretende-se promover um bom entretenimento através de uma peça cujo objetivo busca explorar os limites entre a imperfeição e a autenticidade, questionando o que motiva, define e faz verdadeiramente feliz os seres humanos.
27 de janeiro, 16h, Casa da Cultura Lívio de Morais, Mira Sintra
Neste evento, com o apoio do 𝘵𝘦𝘢𝘵𝘳𝘰𝘮𝘰𝘴𝘤𝘢, pretende-se promover um bom entretenimento através de uma peça cujo objetivo busca explorar os limites entre a imperfeição e a autenticidade, questionando o que motiva, define e faz verdadeiramente feliz os seres humanos.

IDENTIDADES | TEATRO
CRINABEL Dança/Teatro
3 de fevereiro, Oldenburg, Alemanha, espetáculo incluído no Festival Internacional de Teatro Inclusivo
Ficha Técnica
Performances:
Andreia Farinha, António Coutinho, Ana Rosa, Carlos Jorge, Filipe Madeira, Tiago Duarte, Débora Duarte, Luís Fradinho, Ricardo Peres, João Pedro, Tomás Almeida, Marta Rosa, Carolina Mendes, Rui Fonseca, Liliana Cordeiro, Joana Honório, Jéssica Félix, Marco Justino, Hugo Fernandes, André Bispo
Sinopse
“Identidades” - A procura do eu… Quem sou…o que faço aqui… de onde venho …do que tenho medo…. Representar para nós é como a peste, entranha nos ossos e faz calafrios…
Criação coletiva do grupo Crinabel DançaTeatro
Direção Artística
Encenação e Coreografia:
Marta Ribeiro
Assistentes de Encenação:
Milú Neto & João Michael
Figurinos: Grupo DançaTeatro
Sonoplastia, Luzes: Marta Ribeiro, João Michae
3 de fevereiro, Oldenburg, Alemanha, espetáculo incluído no Festival Internacional de Teatro Inclusivo
Ficha Técnica
Performances:
Andreia Farinha, António Coutinho, Ana Rosa, Carlos Jorge, Filipe Madeira, Tiago Duarte, Débora Duarte, Luís Fradinho, Ricardo Peres, João Pedro, Tomás Almeida, Marta Rosa, Carolina Mendes, Rui Fonseca, Liliana Cordeiro, Joana Honório, Jéssica Félix, Marco Justino, Hugo Fernandes, André Bispo
Sinopse
“Identidades” - A procura do eu… Quem sou…o que faço aqui… de onde venho …do que tenho medo…. Representar para nós é como a peste, entranha nos ossos e faz calafrios…
Criação coletiva do grupo Crinabel DançaTeatro
Direção Artística
Encenação e Coreografia:
Marta Ribeiro
Assistentes de Encenação:
Milú Neto & João Michael
Figurinos: Grupo DançaTeatro
Sonoplastia, Luzes: Marta Ribeiro, João Michae

MADFULNESS | TEATRO
Grupo de Teatro Terapêutico
3 e 4 de junho, Teatro Acadêmico Gil Vicente, Coimbra
3 e 4 de junho, Teatro Acadêmico Gil Vicente, Coimbra

ENSAIO SOBRE A ... | TEATRO
Teatro Duas Senas
30 de novembro a 1 de dezembro, 16h, Auditório Municipal António Silva, Cacém
Se todas as pessoas têm medo, podemos também dizer que todas as pessoas têm coragem?
Um grupo de atores tem uma tarefa: montar uma uma produção teatral para a infância com o tema do medo. O que será isto de fazer um espetáculo para a infância? Como resolverá este grupo de atores, este desafio? Quais serão os seus medos? Como poderão eles saber a resposta a esta pergunta, se estão eles próprios a lidar com os seus medos?
Este grupo de atores irá descobrir coisas que achava estarem perdidas numa caixa de brinquedos empoeirada, em casa dos seus avós, ou talvez dentro de si… Não sabemos!
Neste ensaio veremos, por quadros, toda a criação do espetáculo e a sua apresentação.
Passaremos por muitas etapas. Nós. O público. Eles também. O grupo.
O grupo que, afinal, percebeu que tem muito medo de quase todas as cores. Como é que se cria um espetáculo para a infância, limitando a utilização de cores?
Chegarão à brilhante, mas difícil ideia, de utilizar teatro de sombras, como modo de apresentação do espetáculo, afinal o preto e o branco também são cores.
O seu objetivo é simples: serem ouvidos e vistos por tudo o que têm capacidade de ser, e ajudar crianças a ter a coragem de enfrentar os seus medos, porque, mesmo a preto e branco, é possível ver um arco-íris inteiro.
Ficha Artística
Criação coletiva: Cláudio Pinho, Filipe Oliveira, Flávio Correia, Francisco Lopes, Luís Caixeiro, Nuno Delgado, Paula Martins e Valter Canaveira | Direção: Rafael Barreto | Cenografia: Pedro Silva | Desenho de luz: Carlos Arroja | Sonoplastia, banda sonora e operação técnica: Diogo Graça | Apoio à gestão do projeto: Pedro Alves e Inês Oliveira | Direção técnica: Carlos Arroja | Ilustração: Alex Gozblau | Comunicação e fotografia: Catarina Lobo | Consultoria artística: Maria Carneiro e Milene Fialho | Produção: teatromosca | Parcerias: CECD Mira Sintra | Apoios: Junta de Freguesia de Agualva e Mira Sintra, Casa da Cultura Lívio de Morais e 5àsec - Rio de Mouro | Agradecimentos: Laura Varela, Martha Xavier, Marta Ferreira e Maria de La Salete Costa
30 de novembro a 1 de dezembro, 16h, Auditório Municipal António Silva, Cacém
Se todas as pessoas têm medo, podemos também dizer que todas as pessoas têm coragem?
Um grupo de atores tem uma tarefa: montar uma uma produção teatral para a infância com o tema do medo. O que será isto de fazer um espetáculo para a infância? Como resolverá este grupo de atores, este desafio? Quais serão os seus medos? Como poderão eles saber a resposta a esta pergunta, se estão eles próprios a lidar com os seus medos?
Este grupo de atores irá descobrir coisas que achava estarem perdidas numa caixa de brinquedos empoeirada, em casa dos seus avós, ou talvez dentro de si… Não sabemos!
Neste ensaio veremos, por quadros, toda a criação do espetáculo e a sua apresentação.
Passaremos por muitas etapas. Nós. O público. Eles também. O grupo.
O grupo que, afinal, percebeu que tem muito medo de quase todas as cores. Como é que se cria um espetáculo para a infância, limitando a utilização de cores?
Chegarão à brilhante, mas difícil ideia, de utilizar teatro de sombras, como modo de apresentação do espetáculo, afinal o preto e o branco também são cores.
O seu objetivo é simples: serem ouvidos e vistos por tudo o que têm capacidade de ser, e ajudar crianças a ter a coragem de enfrentar os seus medos, porque, mesmo a preto e branco, é possível ver um arco-íris inteiro.
Ficha Artística
Criação coletiva: Cláudio Pinho, Filipe Oliveira, Flávio Correia, Francisco Lopes, Luís Caixeiro, Nuno Delgado, Paula Martins e Valter Canaveira | Direção: Rafael Barreto | Cenografia: Pedro Silva | Desenho de luz: Carlos Arroja | Sonoplastia, banda sonora e operação técnica: Diogo Graça | Apoio à gestão do projeto: Pedro Alves e Inês Oliveira | Direção técnica: Carlos Arroja | Ilustração: Alex Gozblau | Comunicação e fotografia: Catarina Lobo | Consultoria artística: Maria Carneiro e Milene Fialho | Produção: teatromosca | Parcerias: CECD Mira Sintra | Apoios: Junta de Freguesia de Agualva e Mira Sintra, Casa da Cultura Lívio de Morais e 5àsec - Rio de Mouro | Agradecimentos: Laura Varela, Martha Xavier, Marta Ferreira e Maria de La Salete Costa

O TAMANHO DAS COISAS | TEATRO
Terra Amarela
26 de janeiro, 21h30, Teatro Diogo Bernardes, Ponte de Lima
2 e 3 de fevereiro, Casa da Música Jorge Peixinho, Montijo
20 de abril, Teatro Municipal da Covilhã
7 de maio, 21h30, Teatro-Cine de Torres Vedras
7 de setembro,21h30, Centro Cultural Gil Vicente, Sardoal
1 de outubro, 21h30, Teatro da Póvoa de Varzim
4 e 12 de outubro, Centro Cultural Milheirós de Poiares e ICC, Santa Maria da Feira
25 de outubro, 21h30, Teatro Sá da Bandeira, Santarém
24 de novembro, 17h, Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal
6 de dezembro, 21h30, Black Box, Leiria
Com Paulo Azevedo
Direção de Marco Paiva
De Alex Cassal
Interpretação em Língua Gestual Portuguesa de Patrícia Carmo
Desenho de Luz de Nuno Samora
Vídeo de Mário Melo Costa
Legendas Barbara Pollastri
Áudio-descrição de Anaisa Raquel
Projeto financiado pela Direção-Geral das Artes
Espetáculo com Língua Gestual Portuguesa, legendagem e áudio descrição.
O TAMANHO DAS COISAS investiga a vida de um homem que está continuamente a mudar de dimensão; ora a crescer até se tornar um gigante a sapatear por entre cidades liliputianas, ora a encolher até uma escala microscópica, quando a menor racha no chão passa a ser um abismo intransponível. Ou será o mundo ao seu redor que está a mudar?
À partida, o tamanho costuma indicar-nos a importância das coisas. Monumentos, arranha céus, muros com centenas de quilômetros de extensão, montanhas a serem conquistadas, jogadores de basquete da NBA.
Quem seria capaz de se orientar num mundo que parece ter sido construído para desafiar as nossas perceções, como uma sala de espelhos distorcidos em que o incrivelmente pequeno e o incomensurável coexistem? Ou como no império imaginário descrito por Jorge Luís Borges, em que os cartógrafos criaram um mapa do tamanho exato do império, a coincidir em todos os pontos.
Um mapa que não serve à orientação, mas com lagos, vales e florestas onde os viajantes poderiam se perder para sempre. Este é um monólogo criado à medida para o ator Paulo Azevedo, que nasceu sem braços e pernas e vem construindo a passos largos uma carreira singular no teatro e na televisão.
Coprodução Município de Pombal Casa Varela - Centro de Experimentação Artística Teatro Diogo Bernardes - Ponte de Lima Centro Cultural de P. de Coura Culturproject Gestão Projetos Culturais Terra Amarela
M/12 Anos
26 de janeiro, 21h30, Teatro Diogo Bernardes, Ponte de Lima
2 e 3 de fevereiro, Casa da Música Jorge Peixinho, Montijo
20 de abril, Teatro Municipal da Covilhã
7 de maio, 21h30, Teatro-Cine de Torres Vedras
7 de setembro,21h30, Centro Cultural Gil Vicente, Sardoal
1 de outubro, 21h30, Teatro da Póvoa de Varzim
4 e 12 de outubro, Centro Cultural Milheirós de Poiares e ICC, Santa Maria da Feira
25 de outubro, 21h30, Teatro Sá da Bandeira, Santarém
24 de novembro, 17h, Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal
6 de dezembro, 21h30, Black Box, Leiria
Com Paulo Azevedo
Direção de Marco Paiva
De Alex Cassal
Interpretação em Língua Gestual Portuguesa de Patrícia Carmo
Desenho de Luz de Nuno Samora
Vídeo de Mário Melo Costa
Legendas Barbara Pollastri
Áudio-descrição de Anaisa Raquel
Projeto financiado pela Direção-Geral das Artes
Espetáculo com Língua Gestual Portuguesa, legendagem e áudio descrição.
O TAMANHO DAS COISAS investiga a vida de um homem que está continuamente a mudar de dimensão; ora a crescer até se tornar um gigante a sapatear por entre cidades liliputianas, ora a encolher até uma escala microscópica, quando a menor racha no chão passa a ser um abismo intransponível. Ou será o mundo ao seu redor que está a mudar?
À partida, o tamanho costuma indicar-nos a importância das coisas. Monumentos, arranha céus, muros com centenas de quilômetros de extensão, montanhas a serem conquistadas, jogadores de basquete da NBA.
Quem seria capaz de se orientar num mundo que parece ter sido construído para desafiar as nossas perceções, como uma sala de espelhos distorcidos em que o incrivelmente pequeno e o incomensurável coexistem? Ou como no império imaginário descrito por Jorge Luís Borges, em que os cartógrafos criaram um mapa do tamanho exato do império, a coincidir em todos os pontos.
Um mapa que não serve à orientação, mas com lagos, vales e florestas onde os viajantes poderiam se perder para sempre. Este é um monólogo criado à medida para o ator Paulo Azevedo, que nasceu sem braços e pernas e vem construindo a passos largos uma carreira singular no teatro e na televisão.
Coprodução Município de Pombal Casa Varela - Centro de Experimentação Artística Teatro Diogo Bernardes - Ponte de Lima Centro Cultural de P. de Coura Culturproject Gestão Projetos Culturais Terra Amarela
M/12 Anos

ÔSS | Dança
Companhia Dançando com a Diferença
8 e 9 de março, 19h30, Rivoli Grande Auditório, Porto
Osso, em crioulo, diz-se “ôss”. Foneticamente semelhante ao “oss”, expressão polissémica comum entre os praticantes de karaté que, na sua origem, condensa ideias como pressionar, empurrar, suportar, tolerar. Mas esta relação fonética será apenas, e em parte, coincidência, já que o osso enquanto guardador e revelador de segredos milenares, guardião de orientações anatómicas, caixa estruturante de partes moles e frágeis. Paradoxalmente, construir um esqueleto forte, onde um pé tem a função de cérebro, o coração serve de cotovelo e os joelhos são um fígado e uma orelha, ser-nos-á naturalmente possível já que, entre duro e mole, no final, pouco importará. As partes deste compósito e seu posterior destino, serão tratados em leilão. — Dançando com a Diferença & Marlene Monteiro Freitas
Direção artística Dançando com a Diferença
Henrique Amoedo
Coreografia
Marlene Monteiro Freitas
Assistência de coreografia
Hsin-Yi Hsiang
Direção de ensaios
José Gregório Rojas
Interpretação
Bárbara Matos, Bernardo Graça, Joana Caetano, Maria João Pereira, Mariana Tembe, Milton Branco, Rui João Costa, Sara Rebolo, Telmo Ferreira
Luz e cenografia
Yannick Fouassier
Montagem e operação (Luz e Cena)
Jean-Marc Ségalen
Sonoplastia
Rui Antunes
Montagem e operação de som
Rui Antunes
Direção de palco
Milton Branco, Nuno Simões
Figurinos (conceção)
Marlene Monteiro Freitas
Banda sonora
Richard Strauss; Rui Pedro Viaes e Rocha Antunes; Schubert; Rihanna; Buttechno
Coprodução
CENDREV–Teatro Garcia Resende
Produção
Dançando com a Diferença, P.OR.K
Produção executiva
Nuno Simões
Produção e apoio
Cláudia Nunes, José Gregório Rojas, Milton Branco
Audiodescrição
Elisabete Magalhães
8 e 9 de março, 19h30, Rivoli Grande Auditório, Porto
Osso, em crioulo, diz-se “ôss”. Foneticamente semelhante ao “oss”, expressão polissémica comum entre os praticantes de karaté que, na sua origem, condensa ideias como pressionar, empurrar, suportar, tolerar. Mas esta relação fonética será apenas, e em parte, coincidência, já que o osso enquanto guardador e revelador de segredos milenares, guardião de orientações anatómicas, caixa estruturante de partes moles e frágeis. Paradoxalmente, construir um esqueleto forte, onde um pé tem a função de cérebro, o coração serve de cotovelo e os joelhos são um fígado e uma orelha, ser-nos-á naturalmente possível já que, entre duro e mole, no final, pouco importará. As partes deste compósito e seu posterior destino, serão tratados em leilão. — Dançando com a Diferença & Marlene Monteiro Freitas
Direção artística Dançando com a Diferença
Henrique Amoedo
Coreografia
Marlene Monteiro Freitas
Assistência de coreografia
Hsin-Yi Hsiang
Direção de ensaios
José Gregório Rojas
Interpretação
Bárbara Matos, Bernardo Graça, Joana Caetano, Maria João Pereira, Mariana Tembe, Milton Branco, Rui João Costa, Sara Rebolo, Telmo Ferreira
Luz e cenografia
Yannick Fouassier
Montagem e operação (Luz e Cena)
Jean-Marc Ségalen
Sonoplastia
Rui Antunes
Montagem e operação de som
Rui Antunes
Direção de palco
Milton Branco, Nuno Simões
Figurinos (conceção)
Marlene Monteiro Freitas
Banda sonora
Richard Strauss; Rui Pedro Viaes e Rocha Antunes; Schubert; Rihanna; Buttechno
Coprodução
CENDREV–Teatro Garcia Resende
Produção
Dançando com a Diferença, P.OR.K
Produção executiva
Nuno Simões
Produção e apoio
Cláudia Nunes, José Gregório Rojas, Milton Branco
Audiodescrição
Elisabete Magalhães

REVOLUÇÃO HUMANA | DANÇA
CIM Companhia de Dança
30 de maio a 2 de junho, Teatro Meridional, Lisboa.
15 de junho, 21h30, Teatro Cine de Gouveia.
Sinopse
Rh é a procura de uma existência humana no lugar etéreo do que se foi e do que se será. É o movimento do sonho humano, onde, na noite, se constroem os caminhos do futuro com as memórias do passado, questionando escolhas e vontades, pontos de partida e rotas de saída.
Rh pretende construir trajectórias de regressos que ambicionam ser progressos, movimentos de forças tão opostas como iguais, tão interiores como exteriores, tão singulares como plurais. É qualquer um de nós. Parte de uma ordem natural de eventos que nos levam a lugares onde se procura a revolução humana, Rh.
Em palco encontram-se sete bailarinos com e sem deficiência que em união com quinze pessoas da comunidade em geral nos deixam múltiplas propostas de uma revolução humana. Rh pode ser qualquer um de nós.
Ficha Artística
Direcção Artística: Ana Rita Barata, Pedro Sena Nunes
Coreografia: Ana Rita Barata | Vídeo _ Pedro Sena Nunes
Bailarinos: Bruno Rodrigues, Diletta Bindi, Emília Parol, Javier Martinez, Joana Gomes, Maria Pinto, Noé
Música: Jorge Queijo | Apoio à Dramaturgia: João Cunha
Espaço Cénico e Figurinos: Marta Carreiras | Costureira: Aldina Jesus
Professor de Tai Chi e Kung Fu: Marco Gonçalves - Associação de Artes Marciais Yang Portugal
Formação com a Comunidade local: Ana Rita Barata
Coordenação Técnica: Pedro Sena Nunes | Desenho de Luz e Operação: Pedro Machado
Apoio Técnico: Nuno Rua
Realização Vídeo: Pedro Sena Nunes | Captação Vídeo: Nuno Madeira
Captação Áudio: Nuno Rua | Edição Vídeo: João Dias
Materiais Promocionais: Alice Soares
Fotografia: João Pedro Rodrigues | Design Gráfico: Inês Chaubert
Produção e Comunicação: Inês Baptista e Beatriz Ribeiro | Coordenação Executiva CiM: Célia Carmona | Direcção Executiva CiM: A. Barata
30 de maio a 2 de junho, Teatro Meridional, Lisboa.
15 de junho, 21h30, Teatro Cine de Gouveia.
Sinopse
Rh é a procura de uma existência humana no lugar etéreo do que se foi e do que se será. É o movimento do sonho humano, onde, na noite, se constroem os caminhos do futuro com as memórias do passado, questionando escolhas e vontades, pontos de partida e rotas de saída.
Rh pretende construir trajectórias de regressos que ambicionam ser progressos, movimentos de forças tão opostas como iguais, tão interiores como exteriores, tão singulares como plurais. É qualquer um de nós. Parte de uma ordem natural de eventos que nos levam a lugares onde se procura a revolução humana, Rh.
Em palco encontram-se sete bailarinos com e sem deficiência que em união com quinze pessoas da comunidade em geral nos deixam múltiplas propostas de uma revolução humana. Rh pode ser qualquer um de nós.
Ficha Artística
Direcção Artística: Ana Rita Barata, Pedro Sena Nunes
Coreografia: Ana Rita Barata | Vídeo _ Pedro Sena Nunes
Bailarinos: Bruno Rodrigues, Diletta Bindi, Emília Parol, Javier Martinez, Joana Gomes, Maria Pinto, Noé
Música: Jorge Queijo | Apoio à Dramaturgia: João Cunha
Espaço Cénico e Figurinos: Marta Carreiras | Costureira: Aldina Jesus
Professor de Tai Chi e Kung Fu: Marco Gonçalves - Associação de Artes Marciais Yang Portugal
Formação com a Comunidade local: Ana Rita Barata
Coordenação Técnica: Pedro Sena Nunes | Desenho de Luz e Operação: Pedro Machado
Apoio Técnico: Nuno Rua
Realização Vídeo: Pedro Sena Nunes | Captação Vídeo: Nuno Madeira
Captação Áudio: Nuno Rua | Edição Vídeo: João Dias
Materiais Promocionais: Alice Soares
Fotografia: João Pedro Rodrigues | Design Gráfico: Inês Chaubert
Produção e Comunicação: Inês Baptista e Beatriz Ribeiro | Coordenação Executiva CiM: Célia Carmona | Direcção Executiva CiM: A. Barata

RICARDO III | TEATRO
Terra Amarela
18 a 21 de janeiro, 19h, 21h e 16h, Teatro Carlos Alberto, Porto
2 e 3 de maio, Cineteatro Louletano
Shakespeare criou o mundo em seis dias e ao sétimo não descansou. Nem no dia seguinte, nem nunca. Shakespeare é infindável. Se os atores deixassem de usar a voz ou as palavras perdessem a sua música, surgiriam logo outras línguas e formas de o representar. O encenador Marco Paiva propõe-nos uma delas: um Ricardo III em Língua Gestual Portuguesa e Espanhola, com um elenco formado por intérpretes dos dois países e legendado em português. Imagine-se a trágica ascensão ao trono do Duque de Gloucester, com o seu sinistro rasto de sangue, ódio e intriga, sem palavras e diálogos de viva voz, mas com toda a força e beleza dos gestos. Um Ricardo III tão político como poético, tão misterioso como intensamente visual. A história do rei “maldito” é a mesma, mas o que não se diz com a voz diz-se com o corpo todo.
adaptação e assistência de encenação Magda Labarda
cenografia
José Luis Raymond
figurinos
Ikerne Giménez
desenho de som
José Alberto Gomes
desenho de luz
Nuno Samora
interpretação em Língua Gestual Portuguesa
Barbara Pollastri
produção executiva
Nuno Pratas
interpretação
Angela Ibañez
David Blanco
María José Lopez
Marta Sales
Tony Weaver
Vasco Soromenho
coprodução
Terra Amarela
Culturproject
Centro Dramático Nacional (Madrid, Espanha)
Teatro Nacional D. Maria II
Cineteatro Louletano
Teatro Nacional São João
estreia 6 Out 2023 Teatro Valle-Inclán – Centro Dramático Nacional (Madrid)
dur. aprox. 1:40
M/16 anos
Espetáculo em Língua Gestual Portuguesa e Espanhola, legendado em português.
18 a 21 de janeiro, 19h, 21h e 16h, Teatro Carlos Alberto, Porto
2 e 3 de maio, Cineteatro Louletano
Shakespeare criou o mundo em seis dias e ao sétimo não descansou. Nem no dia seguinte, nem nunca. Shakespeare é infindável. Se os atores deixassem de usar a voz ou as palavras perdessem a sua música, surgiriam logo outras línguas e formas de o representar. O encenador Marco Paiva propõe-nos uma delas: um Ricardo III em Língua Gestual Portuguesa e Espanhola, com um elenco formado por intérpretes dos dois países e legendado em português. Imagine-se a trágica ascensão ao trono do Duque de Gloucester, com o seu sinistro rasto de sangue, ódio e intriga, sem palavras e diálogos de viva voz, mas com toda a força e beleza dos gestos. Um Ricardo III tão político como poético, tão misterioso como intensamente visual. A história do rei “maldito” é a mesma, mas o que não se diz com a voz diz-se com o corpo todo.
adaptação e assistência de encenação Magda Labarda
cenografia
José Luis Raymond
figurinos
Ikerne Giménez
desenho de som
José Alberto Gomes
desenho de luz
Nuno Samora
interpretação em Língua Gestual Portuguesa
Barbara Pollastri
produção executiva
Nuno Pratas
interpretação
Angela Ibañez
David Blanco
María José Lopez
Marta Sales
Tony Weaver
Vasco Soromenho
coprodução
Terra Amarela
Culturproject
Centro Dramático Nacional (Madrid, Espanha)
Teatro Nacional D. Maria II
Cineteatro Louletano
Teatro Nacional São João
estreia 6 Out 2023 Teatro Valle-Inclán – Centro Dramático Nacional (Madrid)
dur. aprox. 1:40
M/16 anos
Espetáculo em Língua Gestual Portuguesa e Espanhola, legendado em português.

THE END | DANÇA
Companhia Dançando com a Diferença
2 e 3 de fevereiro, 20h, Mudas. Museu de Arte Contemporânea da Madeira
"The End" é uma criação de Miguel Moreira para a Companhia Dançando com a Diferença.
Bailarinos
Diogo Peres, João Azevedo, Mariana Tembe e Milton
Este espetáculo, que o coreógrafo define como "uma peça para um músico e quatro bailarinos", conta com música original de Tomáš Niesner é fruto de uma jornada de exploração individual e coletiva, a que o artista os desafiou.
M/16 ANOS
2 e 3 de fevereiro, 20h, Mudas. Museu de Arte Contemporânea da Madeira
"The End" é uma criação de Miguel Moreira para a Companhia Dançando com a Diferença.
Bailarinos
Diogo Peres, João Azevedo, Mariana Tembe e Milton
Este espetáculo, que o coreógrafo define como "uma peça para um músico e quatro bailarinos", conta com música original de Tomáš Niesner é fruto de uma jornada de exploração individual e coletiva, a que o artista os desafiou.
M/16 ANOS

ZOO STORY | TEATRO
Terra Amarela
9 de fevereiro, 21h30, Teatro Gil Vicente, Barcelos
Um grupo de pessoas à procura de se relacionar com um espetáculo.
Num espaço indefinido dá-se um encontro. Afirma-se a necessidade de comunicação e entendimento, dispensando a retórica. A partir daqui o conflito escrito por Albee entre as personagens Peter e Jerry abre-se à plateia. Já não é uma personagem que procura outra, é um grupo de pessoas sentadas numa sala de teatro, à procura de uma forma de se relacionar com um espetáculo. A única morte é a de Jerry, mesmo no final. Tudo o resto é futuro.
Se a obra de Albee mostrava o encontro involuntário entre dois homens que expunham no seu diálogo o isolamento, a segregação e a desumanização das sociedades modernas, esta criação parte para um trabalho em torno da falência da norma, procurando encontrar uma salvação para as relações humanas na desmistificação e exploração de outras formas de comunicar.
A palavra dita é substituída pela palavra gestuada, através do desempenho de dois intérpretes surdos, cujo processo de casting se iniciou em fevereiro de 2022 numa oficina teatral dirigida a intérpretes S/surdas/os, realizada no D. Maria II.
Zoo Story é uma proposta de reconhecimento da diversidade como um espaço facilitador de encontros, enquanto questiona o teatro que se encerra no dogma, na convenção estética e formal. Um encontro raro entre públicos que têm diferentes necessidades e expectativas e que reconhecerão na prática teatral o seu espaço de representatividade, afirmação e sentimento de pertença.
Espetáculo em Língua Gestual Portuguesa, legendado em português e com audiodescrição, em todas as sessões.
Coprodução: Terra Amarela, Teatro Nacional D. Maria II, CineTeatro Louletano, Centro Cultural Vila Flor CAA, Centro de Artes de Águeda e Culturproject Gestão Projectos Culturais
Com Tony Weaver e Marta Sales
Direção Marco Paiva
Assistência de encenação @Barbara Pollastri
Consultoria Língua Gestual Portuguesa Carlos Martins
Desenho de luz Nuno Samora
Cenografia Fernando Ribeiro
Figurinos José António Tenente
Paisagem sonora José Alberto Gomes
Vídeo Arte @Mário Melo Costa
Produção executiva @Nuno Pratas
Projeto financiado pela Direção-Geral das Artes
Fotografias de Filipe Ferreira
9 de fevereiro, 21h30, Teatro Gil Vicente, Barcelos
Um grupo de pessoas à procura de se relacionar com um espetáculo.
Num espaço indefinido dá-se um encontro. Afirma-se a necessidade de comunicação e entendimento, dispensando a retórica. A partir daqui o conflito escrito por Albee entre as personagens Peter e Jerry abre-se à plateia. Já não é uma personagem que procura outra, é um grupo de pessoas sentadas numa sala de teatro, à procura de uma forma de se relacionar com um espetáculo. A única morte é a de Jerry, mesmo no final. Tudo o resto é futuro.
Se a obra de Albee mostrava o encontro involuntário entre dois homens que expunham no seu diálogo o isolamento, a segregação e a desumanização das sociedades modernas, esta criação parte para um trabalho em torno da falência da norma, procurando encontrar uma salvação para as relações humanas na desmistificação e exploração de outras formas de comunicar.
A palavra dita é substituída pela palavra gestuada, através do desempenho de dois intérpretes surdos, cujo processo de casting se iniciou em fevereiro de 2022 numa oficina teatral dirigida a intérpretes S/surdas/os, realizada no D. Maria II.
Zoo Story é uma proposta de reconhecimento da diversidade como um espaço facilitador de encontros, enquanto questiona o teatro que se encerra no dogma, na convenção estética e formal. Um encontro raro entre públicos que têm diferentes necessidades e expectativas e que reconhecerão na prática teatral o seu espaço de representatividade, afirmação e sentimento de pertença.
Espetáculo em Língua Gestual Portuguesa, legendado em português e com audiodescrição, em todas as sessões.
Coprodução: Terra Amarela, Teatro Nacional D. Maria II, CineTeatro Louletano, Centro Cultural Vila Flor CAA, Centro de Artes de Águeda e Culturproject Gestão Projectos Culturais
Com Tony Weaver e Marta Sales
Direção Marco Paiva
Assistência de encenação @Barbara Pollastri
Consultoria Língua Gestual Portuguesa Carlos Martins
Desenho de luz Nuno Samora
Cenografia Fernando Ribeiro
Figurinos José António Tenente
Paisagem sonora José Alberto Gomes
Vídeo Arte @Mário Melo Costa
Produção executiva @Nuno Pratas
Projeto financiado pela Direção-Geral das Artes
Fotografias de Filipe Ferreira
Espetáculos em Cena em 2023

APEIRON | TEATRO
Grupo de Teatro Terapêutico (GTT) do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa (CHPL), de André Carvalho
17 e 19 de maio, 21h e 21 de maio, 16h, Teatro Meridional, Lisboa
«A relação entre opressores e oprimidos existe desde tempos imemoriais. Há mesmo quem diga que é uma constante da própria civilização, antes mesmo de esta sequer existir. É também o que espoleta a desobediência e, quando ultrapassado o limiar, a rebelião. Todavia, os grilhões que nos limitam a existência nem sempre têm origens exteriores, são antes sentenças auto-impostas. Ainda assim, esta relação entre opostos (tal como quente-frio; fraco-forte; normal-anormal) é volúvel, pelo que pode ser invertida com maior ou menor dificuldade, permitindo ao encarcerado libertar-se do seu cárcere. Se a manifestação certa for encontrada. Para isso, por vezes basta atrevermo-nos a atravessar a fenda do imaginário.»
André Carvalho
17 e 19 de maio, 21h e 21 de maio, 16h, Teatro Meridional, Lisboa
«A relação entre opressores e oprimidos existe desde tempos imemoriais. Há mesmo quem diga que é uma constante da própria civilização, antes mesmo de esta sequer existir. É também o que espoleta a desobediência e, quando ultrapassado o limiar, a rebelião. Todavia, os grilhões que nos limitam a existência nem sempre têm origens exteriores, são antes sentenças auto-impostas. Ainda assim, esta relação entre opostos (tal como quente-frio; fraco-forte; normal-anormal) é volúvel, pelo que pode ser invertida com maior ou menor dificuldade, permitindo ao encarcerado libertar-se do seu cárcere. Se a manifestação certa for encontrada. Para isso, por vezes basta atrevermo-nos a atravessar a fenda do imaginário.»
André Carvalho

BEAUTIFUL PEOPLE | DANÇA
Dançando com a Diferença
9 de fevereiro, 21H30, GUIdance – Festival Internacional de Dança Contemporânea, Centro Cultural Vila Flor, Guimarães
Um homem encontra-se na memória da sua visão, enquanto as estrelas abandonam lentamente o palco. Uma mulher aproxima-se da boca de cena e diz convictamente: “eu quero ser uma bailarina famosa e reconhecida internacionalmente”.
A declaração do desejo é um direito que habitualmente reconhecemos uns aos outros. A proposta de Rui Horta para o grupo Dançando com a Diferença devolve-nos esse desejo e leva-nos a refletir até que ponto estamos preparados para aceitar os desejos dos outros corpos. Na verdade, talvez estejamos dispostos a reconhecê-los mais nuns corpos do que noutros. Não se trata, pois, simplesmente de aceitar a diferença, mas antes a de lidar e conviver com as vontades que nos chegam do lado de lá do espelho.
O que vemos do outro lado do espelho?
O que vê cada espectador do lado de lá do palco?
Conceção, textos e coreografia: Rui Horta
Direção artística: Henrique Amoedo
Produção: AAAIDD - Associação dos Amigos da Arte Inclusiva - Dançando com a Diferença
Duração: 45 minutos
+ 6 anos
Estreia absoluta: 14/06/2008, Centro das Artes Casa das mudas Calheta – Madeira (Portugal)
9 de fevereiro, 21H30, GUIdance – Festival Internacional de Dança Contemporânea, Centro Cultural Vila Flor, Guimarães
Um homem encontra-se na memória da sua visão, enquanto as estrelas abandonam lentamente o palco. Uma mulher aproxima-se da boca de cena e diz convictamente: “eu quero ser uma bailarina famosa e reconhecida internacionalmente”.
A declaração do desejo é um direito que habitualmente reconhecemos uns aos outros. A proposta de Rui Horta para o grupo Dançando com a Diferença devolve-nos esse desejo e leva-nos a refletir até que ponto estamos preparados para aceitar os desejos dos outros corpos. Na verdade, talvez estejamos dispostos a reconhecê-los mais nuns corpos do que noutros. Não se trata, pois, simplesmente de aceitar a diferença, mas antes a de lidar e conviver com as vontades que nos chegam do lado de lá do espelho.
O que vemos do outro lado do espelho?
O que vê cada espectador do lado de lá do palco?
Conceção, textos e coreografia: Rui Horta
Direção artística: Henrique Amoedo
Produção: AAAIDD - Associação dos Amigos da Arte Inclusiva - Dançando com a Diferença
Duração: 45 minutos
+ 6 anos
Estreia absoluta: 14/06/2008, Centro das Artes Casa das mudas Calheta – Madeira (Portugal)

BLASONS/DOESDICON | DANÇA
Dançando com a Diferença
3 de fevereiro, 21H30, GUIdance – Festival Internacional de Dança Contemporânea, Teatro Jordão, Guimarães
Blasons
Os brasões (blasons) são conhecidos como símbolos heráldicos. Em torno de Clément Marot, um grupo de poetas da corte comprometeu-se coletivamente a brasonar partes do corpo feminino, ou seja, observá-las, descrevê-las e elogiá-las. Esses brasões – dedicados à garganta, aos lábios, à sobrancelha, ao pé ou ao mamilo – deram depois origem aos contrabrasões, seus homólogos satíricos e críticos. O corpo do outro – o corpo do brasonado – torna-se campo de observação – divisível e apropriável. Com os artistas da Dançando com a Diferença, comprometemo-nos a recuperar esta dinâmica do brasão – e revertê-la. — François Chaignaud
Doesdicon
Composição para desenho de movimentos fixos, não rígidos. Trabalho dos contrastes rítmicos do corpo em deslocação ou não. Passa uma pessoa… Mas não. São mais pessoas. Uma aqui, outra mais ali. E aquela? Não estava ali antes. Ou estava? Estava fixa num ponto e não a vi antes.
Os movimentos fixos são depois libertados. Não contra estes mesmos movimentos. Não para os apagar, mas para os entender. Já ali passou mais alguém...
Blasons
Coreografia e direção François Chaignaud
Doesdicon
Coreografia e direção Tânia Carvalho
Direção artística: Henrique Amoedo
+ 6 anos
3 de fevereiro, 21H30, GUIdance – Festival Internacional de Dança Contemporânea, Teatro Jordão, Guimarães
Blasons
Os brasões (blasons) são conhecidos como símbolos heráldicos. Em torno de Clément Marot, um grupo de poetas da corte comprometeu-se coletivamente a brasonar partes do corpo feminino, ou seja, observá-las, descrevê-las e elogiá-las. Esses brasões – dedicados à garganta, aos lábios, à sobrancelha, ao pé ou ao mamilo – deram depois origem aos contrabrasões, seus homólogos satíricos e críticos. O corpo do outro – o corpo do brasonado – torna-se campo de observação – divisível e apropriável. Com os artistas da Dançando com a Diferença, comprometemo-nos a recuperar esta dinâmica do brasão – e revertê-la. — François Chaignaud
Doesdicon
Composição para desenho de movimentos fixos, não rígidos. Trabalho dos contrastes rítmicos do corpo em deslocação ou não. Passa uma pessoa… Mas não. São mais pessoas. Uma aqui, outra mais ali. E aquela? Não estava ali antes. Ou estava? Estava fixa num ponto e não a vi antes.
Os movimentos fixos são depois libertados. Não contra estes mesmos movimentos. Não para os apagar, mas para os entender. Já ali passou mais alguém...
Blasons
Coreografia e direção François Chaignaud
Doesdicon
Coreografia e direção Tânia Carvalho
Direção artística: Henrique Amoedo
+ 6 anos

MACIÇO | DANÇA
CORPO – Companhia de Dança
17 de março, 21h30, Cine-Teatro São Pedro, Alcanena
6 de maio, 21h30, Teatro José Lúcio da Silva, Leiria
Sinopse /
Santuário do tempo geológico. Chão comum que nos sustenta, reinventando-se a cada momento. Mutável, impermanente e imprevisível. Um regresso a casa.
MACIÇO - Estórias em corpo vivo esculpidas por gentes, propõe uma reflexão sobre corpos
que resgatam uma humanidade una com a natureza, que carregam em si as memórias e a dualidade ora dura, ora frágil.
Um diálogo interdisciplinar entre a Dança, o Barro e o Vídeo, que trazem a palco uma viagem sensorial, um olhar
contemporâneo sobre a ruralidade e as estórias da serra, onde encontrámos um Maciço para nos depararmos com o facto que habitamos nele tanto quanto ele habita em nós.
Criação / Rute Vitorino
Co-criação Intérpretes /
Ceramistas - Ana Lousada, Carlos Neto
Bailarinos - Beatriz Pereira, Clara Marchana, Júlio Benfica, Patrícia Roda, Rute Vitorino
Vídeo / Rafael Almeida
Direção Cena / Marina Oliveira
Direção Técnica / Jorge Ferreira
Direção Executiva / Susana Lopes
Apoios /
@rede_cultura_pt @municipioleiria @municipio_alcanena
Parceiros/
@associacaodancaleiria
@jornaleiria Interpastas @campuscircular @cpr.pocarica
17 de março, 21h30, Cine-Teatro São Pedro, Alcanena
6 de maio, 21h30, Teatro José Lúcio da Silva, Leiria
Sinopse /
Santuário do tempo geológico. Chão comum que nos sustenta, reinventando-se a cada momento. Mutável, impermanente e imprevisível. Um regresso a casa.
MACIÇO - Estórias em corpo vivo esculpidas por gentes, propõe uma reflexão sobre corpos
que resgatam uma humanidade una com a natureza, que carregam em si as memórias e a dualidade ora dura, ora frágil.
Um diálogo interdisciplinar entre a Dança, o Barro e o Vídeo, que trazem a palco uma viagem sensorial, um olhar
contemporâneo sobre a ruralidade e as estórias da serra, onde encontrámos um Maciço para nos depararmos com o facto que habitamos nele tanto quanto ele habita em nós.
Criação / Rute Vitorino
Co-criação Intérpretes /
Ceramistas - Ana Lousada, Carlos Neto
Bailarinos - Beatriz Pereira, Clara Marchana, Júlio Benfica, Patrícia Roda, Rute Vitorino
Vídeo / Rafael Almeida
Direção Cena / Marina Oliveira
Direção Técnica / Jorge Ferreira
Direção Executiva / Susana Lopes
Apoios /
@rede_cultura_pt @municipioleiria @municipio_alcanena
Parceiros/
@associacaodancaleiria
@jornaleiria Interpastas @campuscircular @cpr.pocarica

O AQUI | DANÇA
CiM – Companhia de Dança
28 de abril, 21h30, Grande Auditório do Centro Cultural das Caldas da Rainha
6 de maio, 21h30, Cine-Teatro de Estarreja
Um espetáculo onde confluem o risco e o afeto, o arrojo e a generosidade, a diferença e a inclusão, o artístico e o social. 'O Aqui' evoca o tempo, o tempo cronológico e o tempo interior, explorados através do cruzamento de linguagens, tecendo uma peça em que os sentidos e as emoções nos conduzem a um reequilíbrio constante. Em palco, é criado um espaço de desafio, de questionamento, que instiga à reavaliação de quem sou eu e de quem é o Outro. O 'Aqui' pretende ser um lugar de paragem nas modelações e encenações que a sociedade produz, numa procura constante do humanismo saturado. Um espetáculo com uma narrativa por vezes fluida, por vezes fragmentada, onde se encontram mundos humanos com diferentes circunstâncias de ser e de estar, e se conquista um espaço de igualdade.
Ficha artística e técnica:
Direção artística e coreografia: Ana Rita Barata
Direção artística e realização: Pedro Sena Nunes
Dramaturgia e voz: Natália Luíza
Intérpretes: Bruno Rodrigues, Cecília Hudec, Diana Bastos Niepce, Diletta Bindi, Joana Gomes, Jorge Granadas, José Marques, Maria João Pereira e Rui Peixoto
M/6
28 de abril, 21h30, Grande Auditório do Centro Cultural das Caldas da Rainha
6 de maio, 21h30, Cine-Teatro de Estarreja
Um espetáculo onde confluem o risco e o afeto, o arrojo e a generosidade, a diferença e a inclusão, o artístico e o social. 'O Aqui' evoca o tempo, o tempo cronológico e o tempo interior, explorados através do cruzamento de linguagens, tecendo uma peça em que os sentidos e as emoções nos conduzem a um reequilíbrio constante. Em palco, é criado um espaço de desafio, de questionamento, que instiga à reavaliação de quem sou eu e de quem é o Outro. O 'Aqui' pretende ser um lugar de paragem nas modelações e encenações que a sociedade produz, numa procura constante do humanismo saturado. Um espetáculo com uma narrativa por vezes fluida, por vezes fragmentada, onde se encontram mundos humanos com diferentes circunstâncias de ser e de estar, e se conquista um espaço de igualdade.
Ficha artística e técnica:
Direção artística e coreografia: Ana Rita Barata
Direção artística e realização: Pedro Sena Nunes
Dramaturgia e voz: Natália Luíza
Intérpretes: Bruno Rodrigues, Cecília Hudec, Diana Bastos Niepce, Diletta Bindi, Joana Gomes, Jorge Granadas, José Marques, Maria João Pereira e Rui Peixoto
M/6

O TAMANHO DAS COISAS | TEATRO
De Alex Cassal
Coprodução Município de Pombal Casa Varela - Centro de Experimentação Artística Teatro Diogo Bernardes - Ponte de Lima Centro Cultural de P. de Coura Culturproject Gestão Projetos Culturais Terra Amarela
24 e 25 de novembro, 21h30, sessões com legendas, Língua Gestual Portuguesa e audiodescrição, Teatro-Cine de Pombal.
Com Paulo Azevedo
Direção de Marco Paiva
Interpretação em Língua Gestual Portuguesa de Patrícia Carmo
Desenho de Luz de Nuno Samora
Vídeo de Mário Melo Costa
Legendas Barbara Pollastri
Áudio-descrição de Anaisa Raquel
Projeto financiado pela Direção-Geral das Artes
Espetáculo com Língua Gestual Portuguesa, legendagem e áudio descrição.
O TAMANHO DAS COISAS investiga a vida de um homem que está continuamente a mudar de dimensão; ora a crescer até se tornar um gigante a sapatear por entre cidades liliputianas, ora a encolher até uma escala microscópica, quando a menor racha no chão passa a ser um abismo intransponível. Ou será o mundo ao seu redor que está a mudar?
À partida, o tamanho costuma indicar-nos a importância das coisas. Monumentos, arranha céus, muros com centenas de quilômetros de extensão, montanhas a serem conquistadas, jogadores de basquete da NBA.
Quem seria capaz de se orientar num mundo que parece ter sido construído para desafiar as nossas perceções, como uma sala de espelhos distorcidos em que o incrivelmente pequeno e o incomensurável coexistem? Ou como no império imaginário descrito por Jorge Luís Borges, em que os cartógrafos criaram um mapa do tamanho exato do império, a coincidir em todos os pontos.
Um mapa que não serve à orientação, mas com lagos, vales e florestas onde os viajantes poderiam se perder para sempre. Este é um monólogo criado à medida para o ator Paulo Azevedo, que nasceu sem braços e pernas e vem construindo a passos largos uma carreira singular no teatro e na televisão.
M/12 Anos
Coprodução Município de Pombal Casa Varela - Centro de Experimentação Artística Teatro Diogo Bernardes - Ponte de Lima Centro Cultural de P. de Coura Culturproject Gestão Projetos Culturais Terra Amarela
24 e 25 de novembro, 21h30, sessões com legendas, Língua Gestual Portuguesa e audiodescrição, Teatro-Cine de Pombal.
Com Paulo Azevedo
Direção de Marco Paiva
Interpretação em Língua Gestual Portuguesa de Patrícia Carmo
Desenho de Luz de Nuno Samora
Vídeo de Mário Melo Costa
Legendas Barbara Pollastri
Áudio-descrição de Anaisa Raquel
Projeto financiado pela Direção-Geral das Artes
Espetáculo com Língua Gestual Portuguesa, legendagem e áudio descrição.
O TAMANHO DAS COISAS investiga a vida de um homem que está continuamente a mudar de dimensão; ora a crescer até se tornar um gigante a sapatear por entre cidades liliputianas, ora a encolher até uma escala microscópica, quando a menor racha no chão passa a ser um abismo intransponível. Ou será o mundo ao seu redor que está a mudar?
À partida, o tamanho costuma indicar-nos a importância das coisas. Monumentos, arranha céus, muros com centenas de quilômetros de extensão, montanhas a serem conquistadas, jogadores de basquete da NBA.
Quem seria capaz de se orientar num mundo que parece ter sido construído para desafiar as nossas perceções, como uma sala de espelhos distorcidos em que o incrivelmente pequeno e o incomensurável coexistem? Ou como no império imaginário descrito por Jorge Luís Borges, em que os cartógrafos criaram um mapa do tamanho exato do império, a coincidir em todos os pontos.
Um mapa que não serve à orientação, mas com lagos, vales e florestas onde os viajantes poderiam se perder para sempre. Este é um monólogo criado à medida para o ator Paulo Azevedo, que nasceu sem braços e pernas e vem construindo a passos largos uma carreira singular no teatro e na televisão.
M/12 Anos

REMEMORAR | TEATRO
Era uma vez...teatro – APPC
25 de fevereiro, 21h30, Auditório da Junta de Freguesia de Campanhã
A partir da obra de Peter Handke “A hora em que não sabíamos nada uns dos outros “
Sinopse: Não contes a ninguém o que viste, fica-te pela imagem. Evocar memórias, refletidas em imagens de gentes de uma praça qualquer, de qualquer cidade. Quatro personagens, observam das janelas das suas casas de banho, uma praça. Recriando as suas próprias memórias, questionando a sua própria vida e a dos transeuntes. O que não sabemos uns dos outros e de nós mesmos. Era uma vez gente, tu, eu, ele... e para quando nós?
DIREÇÃO Monica Cunha TEXTOS José Henrique Rocha e Mónica Cunha.
INTÉRPRETES Ana Rita Almeida, António M Carvalho, Ariana Sousa, Anabela Pereira, Nate Sam, Patrícia Vitorino, Paulo Cruz, Paulo Fonseca, Cristiano Santana, Vanessa Almeida, Rita Oliveira, Mireille Scheffer, Marta Silva, José Filipe Azevedo, Henrique Tavares, Luís Bamonde , Jorge Cardoso, Joaquim Moreira., Jorge Ribeiro, Sara Vieira. Diana Barbosa, Banda APPSOUND Músicos: Teclas: Pedro Castro, Guitarra Elétrica: Indy Paiva, Bateria Convidado Miguel Peixoto Voz: Bruno Francisco Convidada Paula Nobre CENOGRAFIA; Mónica Cunha FIGURINOS; TNJ, DESENHO DE LUZ: ' Era uma vez... teatro " VÍDEO Luís Bamonde EDIÇÃO DE SOM: Luís Bamonde e Indy Paiva ASSISTÊNCIA DA DIREÇÃO Marta Silva, Anabela Pereira, Rita Oliveira ASSISTÊNCIA DE CENOGRAFIA: Joaquim Moreira Produção: APPC
25 de fevereiro, 21h30, Auditório da Junta de Freguesia de Campanhã
A partir da obra de Peter Handke “A hora em que não sabíamos nada uns dos outros “
Sinopse: Não contes a ninguém o que viste, fica-te pela imagem. Evocar memórias, refletidas em imagens de gentes de uma praça qualquer, de qualquer cidade. Quatro personagens, observam das janelas das suas casas de banho, uma praça. Recriando as suas próprias memórias, questionando a sua própria vida e a dos transeuntes. O que não sabemos uns dos outros e de nós mesmos. Era uma vez gente, tu, eu, ele... e para quando nós?
DIREÇÃO Monica Cunha TEXTOS José Henrique Rocha e Mónica Cunha.
INTÉRPRETES Ana Rita Almeida, António M Carvalho, Ariana Sousa, Anabela Pereira, Nate Sam, Patrícia Vitorino, Paulo Cruz, Paulo Fonseca, Cristiano Santana, Vanessa Almeida, Rita Oliveira, Mireille Scheffer, Marta Silva, José Filipe Azevedo, Henrique Tavares, Luís Bamonde , Jorge Cardoso, Joaquim Moreira., Jorge Ribeiro, Sara Vieira. Diana Barbosa, Banda APPSOUND Músicos: Teclas: Pedro Castro, Guitarra Elétrica: Indy Paiva, Bateria Convidado Miguel Peixoto Voz: Bruno Francisco Convidada Paula Nobre CENOGRAFIA; Mónica Cunha FIGURINOS; TNJ, DESENHO DE LUZ: ' Era uma vez... teatro " VÍDEO Luís Bamonde EDIÇÃO DE SOM: Luís Bamonde e Indy Paiva ASSISTÊNCIA DA DIREÇÃO Marta Silva, Anabela Pereira, Rita Oliveira ASSISTÊNCIA DE CENOGRAFIA: Joaquim Moreira Produção: APPC

ZOO STORY | TEATRO
Terra Amarela
Coprodução: Terra Amarela, Teatro Nacional D. Maria II, CineTeatro Louletano, Centro Cultural Vila Flor CAA, Centro de Artes de Águeda e Culturproject Gestão Projectos Culturais
27 de janeiro, 21h30, Teatro Diogo Bernardes, Ponte de Lima
3 de fevereiro, 21h30, Teatro Ribeiro Conceição, Lamego
17 de fevereiro, 21h30, Casa das Artes de Felgueiras
24 e 25 de fevereiro, 21h30 e 16h, respetivamente, Centro Cultural Vila Flor, Guimarães
10 de março, 21h30, Teatro Municipal de Ourém
30 de novembro, 21h30, Centro Cultural de Paredes de Coura
Um grupo de pessoas à procura de se relacionar com um espetáculo.
Num espaço indefinido dá-se um encontro. Afirma-se a necessidade de comunicação e entendimento, dispensando a retórica. A partir daqui o conflito escrito por Albee entre as personagens Peter e Jerry abre-se à plateia. Já não é uma personagem que procura outra, é um grupo de pessoas sentadas numa sala de teatro, à procura de uma forma de se relacionar com um espetáculo. A única morte é a de Jerry, mesmo no final. Tudo o resto é futuro.
Se a obra de Albee mostrava o encontro involuntário entre dois homens que expunham no seu diálogo o isolamento, a segregação e a desumanização das sociedades modernas, esta criação parte para um trabalho em torno da falência da norma, procurando encontrar uma salvação para as relações humanas na desmistificação e exploração de outras formas de comunicar.
A palavra dita é substituída pela palavra gestuada, através do desempenho de dois intérpretes surdos, cujo processo de casting se iniciou em fevereiro de 2022 numa oficina teatral dirigida a intérpretes S/surdas/os, realizada no D. Maria II.
Zoo Story é uma proposta de reconhecimento da diversidade como um espaço facilitador de encontros, enquanto questiona o teatro que se encerra no dogma, na convenção estética e formal. Um encontro raro entre públicos que têm diferentes necessidades e expectativas e que reconhecerão na prática teatral o seu espaço de representatividade, afirmação e sentimento de pertença.
Espetáculo em Língua Gestual Portuguesa, legendado em português e com audiodescrição, em todas as sessões.
Com Tony Weaver e Marta Sales
Direção Marco Paiva
Assistência de encenação @Barbara Pollastri
Consultoria Língua Gestual Portuguesa Carlos Martins
Desenho de luz Nuno Samora
Cenografia Fernando Ribeiro
Figurinos José António Tenente
Paisagem sonora José Alberto Gomes
Vídeo Arte @Mário Melo Costa
Produção executiva @Nuno Pratas
Projeto financiado pela Direção-Geral das Artes
Fotografias de Filipe Ferreira
Coprodução: Terra Amarela, Teatro Nacional D. Maria II, CineTeatro Louletano, Centro Cultural Vila Flor CAA, Centro de Artes de Águeda e Culturproject Gestão Projectos Culturais
27 de janeiro, 21h30, Teatro Diogo Bernardes, Ponte de Lima
3 de fevereiro, 21h30, Teatro Ribeiro Conceição, Lamego
17 de fevereiro, 21h30, Casa das Artes de Felgueiras
24 e 25 de fevereiro, 21h30 e 16h, respetivamente, Centro Cultural Vila Flor, Guimarães
10 de março, 21h30, Teatro Municipal de Ourém
30 de novembro, 21h30, Centro Cultural de Paredes de Coura
Um grupo de pessoas à procura de se relacionar com um espetáculo.
Num espaço indefinido dá-se um encontro. Afirma-se a necessidade de comunicação e entendimento, dispensando a retórica. A partir daqui o conflito escrito por Albee entre as personagens Peter e Jerry abre-se à plateia. Já não é uma personagem que procura outra, é um grupo de pessoas sentadas numa sala de teatro, à procura de uma forma de se relacionar com um espetáculo. A única morte é a de Jerry, mesmo no final. Tudo o resto é futuro.
Se a obra de Albee mostrava o encontro involuntário entre dois homens que expunham no seu diálogo o isolamento, a segregação e a desumanização das sociedades modernas, esta criação parte para um trabalho em torno da falência da norma, procurando encontrar uma salvação para as relações humanas na desmistificação e exploração de outras formas de comunicar.
A palavra dita é substituída pela palavra gestuada, através do desempenho de dois intérpretes surdos, cujo processo de casting se iniciou em fevereiro de 2022 numa oficina teatral dirigida a intérpretes S/surdas/os, realizada no D. Maria II.
Zoo Story é uma proposta de reconhecimento da diversidade como um espaço facilitador de encontros, enquanto questiona o teatro que se encerra no dogma, na convenção estética e formal. Um encontro raro entre públicos que têm diferentes necessidades e expectativas e que reconhecerão na prática teatral o seu espaço de representatividade, afirmação e sentimento de pertença.
Espetáculo em Língua Gestual Portuguesa, legendado em português e com audiodescrição, em todas as sessões.
Com Tony Weaver e Marta Sales
Direção Marco Paiva
Assistência de encenação @Barbara Pollastri
Consultoria Língua Gestual Portuguesa Carlos Martins
Desenho de luz Nuno Samora
Cenografia Fernando Ribeiro
Figurinos José António Tenente
Paisagem sonora José Alberto Gomes
Vídeo Arte @Mário Melo Costa
Produção executiva @Nuno Pratas
Projeto financiado pela Direção-Geral das Artes
Fotografias de Filipe Ferreira

IDENTIDADES | TEATRO
CRINABEL Dança/Teatro
26 de outubro pelas 21h, Centro Cultural da Malaposta
19 de novembro, Cineteatro de Barrancos, 15h
26 de outubro pelas 21h, Centro Cultural da Malaposta
19 de novembro, Cineteatro de Barrancos, 15h
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